”(…) Você nunca perguntou qual o meu sonho. Também não vem ao caso dizer, já que se perguntasse eu iria inventar qualquer outra coisa pra te falar. Acho que renunciei ele esse tempo todo, sabe por quê? Aliás, por quem? Pela maior realidade que eu encontrei há exatos 8 quase 9 meses, você. (…) Foi tão fácil me apaixonar por você, é tão fácil amar você. Sinto falta de quando éramos só nós, e não tínhamos necessidade de falar com mais ninguém, nos bastávamos. (…) Eu te amo desde o primeiro dia, e desde então, todos os dias foram como o primeiro, e você ainda me basta.”
'trechos de uma carta.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sou do tipo de pessoa que sofre precocemente. Sinto saudades antes da pessoa ao menos ir. Morro de ciúmes sem ao menos saber o motivo do meu “alguém” estar com outro “alguém”. Choro compulsivamente antes de saber o fato realmente ocorrido. Tenho uma ansiedade compulsiva sem saber se o fato que eu espero tão ansiosamente irá acontecer. Morro de medo de coisas que necessáriamente nem deveria me assustar. Vejo coisas que não existem. Finjo não sentir coisas que existem. Seria bom se eu pudesse canalizar toda essa “precocidade” para o estudos, limpeza… Mas não dá. Porque é bom, se fosse ruim daria.
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