quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Clichê.


Alguns hábitos são impossíveis de se abandonar. Como não impedir que as pessoas que queremos por perto vão embora. Nem aquela velha mania de dizer a simples frase: “Eu me importo com você”. Não ligar. Não demonstrar. O coração implora, grita e nosso orgulho se faz de surdo. Nós somos fortes, né? Sobrevivemos, superamos e esquecemos. Quanta bravura! No meio disso esquecemos que abandonar velhos hábitos significa nos permitir viver coisas novas. Sair do mesmo cenário e nos livrarmos da mesmice. Algumas vezes a melhor saída é encarar o risco, o perigo, o medo. E simplesmente se deixar levar. Simples, complicado, leviano. Ceder ao orgulho é tão mais fácil. Tão mais divertido. Afinal, dizem que tudo que é verdadeiro volta. Eu não volto. Por mais que eu queira, por mais que sinta. Não sou de ceder. Vou levando, escondendo e deixando “pra lá”. Talvez descubra que é tarde demais quando encontrar alguém exatamente como eu. Que não vai ligar nem se importar. Nem voltar. E aí? Perdi uma chance? Cuidado. Seja seletiva, mas não seja tão dura consigo. Tente, experimente e deixe o seu orgulho descansar um pouquinho. Possivelmente há alguém esperando só uma brechinha para entrar na sua vida pra fazer tudo mudar. Algumas barreiras podem e devem ser quebradas – mas a sua armadura anda te protegendo demais. Permita-se, antes que seja tarde. Tarde demais. VIA:#verdadefeminina .

quinta-feira, 7 de julho de 2011

trechos de uma carta

”(…) Você nunca perguntou qual o meu sonho. Também não vem ao caso dizer, já que se perguntasse eu iria inventar qualquer outra coisa pra te falar. Acho que renunciei ele esse tempo todo, sabe por quê? Aliás, por quem? Pela maior realidade que eu encontrei há exatos 8 quase 9 meses, você. (…) Foi tão fácil me apaixonar por você, é tão fácil amar você. Sinto falta de quando éramos só nós, e não tínhamos necessidade de falar com mais ninguém, nos bastávamos. (…) Eu te amo desde o primeiro dia, e desde então, todos os dias foram como o primeiro, e você ainda me basta.”

'trechos de uma carta.


segunda-feira, 4 de julho de 2011


Sou do tipo de pessoa que sofre precocemente. Sinto saudades antes da pessoa ao menos ir. Morro de ciúmes sem ao menos saber o motivo do meu “alguém” estar com outro “alguém”. Choro compulsivamente antes de saber o fato realmente ocorrido. Tenho uma ansiedade compulsiva sem saber se o fato que eu espero tão ansiosamente irá acontecer. Morro de medo de coisas que necessáriamente nem deveria me assustar. Vejo coisas que não existem. Finjo não sentir coisas que existem. Seria bom se eu pudesse canalizar toda essa “precocidade” para o estudos, limpeza… Mas não dá. Porque é bom, se fosse ruim daria.

sábado, 25 de junho de 2011

(...)


[...]Supro carências, rego desejos, desabrocho em risos ...
Matéria cobiçada... na tez macia, no calor ardente.
Alma pura, envolta em completa fissura. Sem frescuras !
Encontro prazer na forma completa, repleta, latente.Sou enigma permanente, sem ponto final, sem continências.
[...]

Ângela Bretas

quarta-feira, 22 de junho de 2011

L O V E

"Hoje eu não quero falar de amor. Quer saber por quê? Todo mundo fala de amor. As pessoas amam plantas, vizinhos, objetos, pessoas, sorvetes, cervejas. O que era pra ser amor se tornou apenas uma palavra. O que era pra ser um sentimento se tornou uma coisa. Uma simples coisa. Como podem fazer isso com o amor? Estou desconfiada. O cabeleireiro novo me chama de amor. Entro na loja e vendedora diz sorrindo “oi, amada”. Não quero ser o amor de quem acabei de conhecer. Não quero que a vendedora me olhe e diga “amada, essa calça ficou linda em você”. Desculpe, é que tenho um profundo respeito pelas palavras. Nunca na minha vida disse eu-te-amo sem sentir."
- Clarissa Corrêa

:)


Não sou santa, boa, muito menos boba. É um rosto de menina com ar de mulher. Olhos que carregam um ar de mistério e sorriso de criança que acabou de ganhar presente, inocente. Me faço de desentendida e finjo acreditar nas mentiras que me contam, gosto que as pessoas tenham a sensação de que dominam. Até prefiro o que me faz chorar de vez em quando do que sorrir o tempo inteiro, me remete falsidade, entende?E apesar de tudo a gente sempre acaba cedendo, não pelo fato de estar errado ou certo, mas sim pelo fato de amar. E sabe, amor não dou pela metade, da mesma forma espero recebê-lo inteiro, sem essa história de dividir em partes iguais.